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Carta aos Sócios

Monte do Pau Queimado

Santo Estêvão

2130 Benavente

Lisboa, 14 de Outubro 2008

Caros Sócios da APA,

No dia 16 de Setembro, o Presidente da Assembleia-Geral convocou uma Assembleia-Geral Extraordinária da nossa Associação para o dia 30 de Outubro, tendo como ponto único a eleição de uma nova Direcção.

Torna-se portanto oportuno a apresentação de uma nova lista, à qual me proponho como Presidente. Conforme estipulam os estatutos da Associação Portuguesa de Atrelagem (APA), a lista é composta por cinco elementos:

? Christopher de Beck Presidência da APA e Secretariado

? Candido Teles Vice-Presidente e Área de Comunicação

? José Folque Vice-Presidente e Concursos Completo de Atrelagem

? Ricardo Batista Atrelagem de Lazer e Atrelagem de Tradição

? Rui Quintino Derbies e Formação de Iniciados

Todos temos indiscutível experiência no mundo da Atrelagem e, muito especialmente, temos uma enorme vontade de desenvolver a Atrelagem Desportiva nas suas várias modalidades.

Sabendo que existem fortes necessidades no desenvolvimento dos Concursos Completos e dos Derbies e no indispensável relançamento da Atrelagem de Tradição e da Atrelagem de Lazer, será sobre os novos praticantes e associados, os chamados "iniciados", que esta nova Direcção irá dedicar maior atenção.

Outra questão a que pretendemos prestar particular atenção é a Comunicação. Em nosso entender, será necessário uma intervenção profunda de forma a incrementar o relacionamento entre os sócios da APA e entre a APA e o exterior. O site da APA e os e-mails serão as ferramentas de comunicação por excelência, e haverá um Director da APA dedicado exclusivamente à pasta de comunicação.

Daremos também particular atenção ao relacionamento com a Federação Equestre Portuguesa (FEP), organismo federativo que enquadra a APA. Neste momento, o apoio da FEP à nossa modalidade é quase inexistente, apesar de todos os concorrentes de concursos completos e a maioria dos concorrentes de Derbies estarem inscritos na Federação.

A dado momento, a FEP chegou a apoiar a realização de treinos com o Campeão de Mundo Felix Brasseur, mas estes treinos deixaram de se realizar à cerca de dois anos.

Propomos tentar conseguir da FEP os apoios que a nossa modalidade equestre merece, reforçado pelos resultados já conseguidos pelos nossos sócios em competições internacionais.

Estamos ainda cientes que, a sermos eleitos, iniciaremos o nosso mandato num momento particularmente difícil, o que apenas nos dá uma maior motivação para trabalhar:

- A crise económica e financeira que avassala o Mundo (e que necessariamente também se faz sentir em Portugal) não facilitará a angariação de novos sócios, que a nossa Associação tanto carece, e a obtenção de apoio de entidades oficiais e sponsors;

- O número de participantes em provas de atrelagem tem vindo a decair, apesar de existirem cada vez mais carruagens desportivas no nosso país;

- A evolução da atrelagem de Concurso Completo tem vindo a ser parca, tendo-se vindo a notar uma presença cada vez mais reduzida em provas internacionais e campeonatos do mundo de atletas portugueses.

No que respeita aos restantes órgãos sociais, propomos para Presidente da Mesa da Assembleia-Geral o Sr. Dr. Fernando Vasconcelos, sócio fundador da APA e Presidente da Direcção em exercício. A sua manutenção nos órgãos sócios da APA facilitará sem qualquer dúvida a transição entre as Direcções.

Para a Presidência do Conselho Fiscal, a proposta é que o lugar seja assegurado pelo Dr. Carlos Apolinario.

Em anexo figuramos os curriculos dos sócios candidatos a membros da nova Direcção da vossa Associação, bem como a indicação da forma como nos pensamos organizar, destacando-se a nomeação de um Conselho Geral, iniciativa que visa assegurar uma maior participação dos sócios na vida da APA, e de uma Comissão Técnica de apoio à Direcção.

Anexamos igualmente as actividades que nos propomos realizar durante o nosso mandato nas várias modalidades que compõem a Atrelagem – Concurso Completo, Derbies, Atrelagem de Tradição e Atrelagem de Lazer -, o plano de actividade na formação de iniciados, tão importante para o rejuvenescimento da Atrelagem, e os vários projectos na área da comunicação que nos propomos executar.

Trata-se de um programa ambicioso mas que a atrelagem em Portugal seguramente necessita e merece.

Esperamos que mereça a vossa confiança.

Com os melhores cumprimentos,

Christopher de Beck

(Candidato a Presidente da Direcção da APA)

Anexo 1

ORGANIZAÇÃO DA APA

Os estatutos de 1986 definem como órgãos sociais da Associação Portuguesa de Atrelagem a Assembleia-Geral, o Conselho Fiscal e a Direcção.

Nada impede, no entanto, a Direcção de criar órgãos ou categorias de apoio à sua actividade.

Assim, a Direcção pretende, na sua primeira reunião, criar dois órgãos de apoio – o Conselho Geral e a Comissão Técnica – e duas categorias – os Directores Adjuntos e os Delegados Regionais.

? Conselho Geral da APA

Criado por decisão da Direcção da APA, actua como órgão consultivo da Direcção.

A Direcção deve-lhe apresentar para parecer todas as decisões relevantes para a prática da Atrelagem.

Composição: - Presidente da Assembleia-Geral

- Presidente do Conselho Fiscal

- Direcção da APA

- Comissão Técnica da APA

- Delegados Regionais da APA

- Até cinco sócios convidados pela Direcção

Reuniões: Reuniões Trimestrais sob convocação do Presidente da Direcção.

? Comissão Técnica da APA

Composto por 2 a 4 associados com reconhecida competência técnica, a esta Comissão caberá nomeadamente:

? Propor os Regulamentos para as várias modalidades da Atrelagem;

? Aprovar os programas propostos pelas organizações de eventos de Atrelagem;

? Nomear juízes para as várias modalidades (enquanto essa função não for centralizada na FEP);

? Dar formação a juízes de Atrelagem;

? Definir critérios de avaliações de candidatos a Campeonatos do Mundo e fazer a respectiva avaliação.

Nota: Sempre que os membros da Comissão Técnica forem juízes ou concorrentes, deverão abster-se de intervir em questões que os possa afectar.

? Pelouros da Direcção da APA

Na primeira reunião da Direcção serão atribuídos os seguintes pelouros, ou núcleos de actividade, aos membros da Direcção:

1. Formação de Iniciados Rui Quintino

2. Derbies Rui Quintino

3. Concurso Completo de Atrelagem José Folque

4. Atrelagem de Tradição Ricardo Batista

5. Atrelagem de Lazer Ricardo Batista

6. Comunicação Candido Teles

7. Secretariado e relação com a FEP Christopher de Beck


? Directores Adjuntos

Sempre que forem criados núcleos de actividade, a Direcção poderá nomear um ou mais Directores Adjuntos para ajudar o membro de Direcção que preside ao núcleo no desempenho das suas funções.

? Delegados Regionais

A Direcção nomeará sócios para exercer as funções de Delegados Regionais da APA para as várias regiões do país. Estes representarão a Direcção da APA na região.

Anexo 2

FORMAÇÃO DE INICIADOS

Director. Rui Quintino

A formação é uma das áreas de extrema importância para o desenvolvimento e crescimento da Atrelagem em Portugal.

Formação de formadores

Temos actualmente uma enorme carência de instrutores existindo apenas três pessoas com capacidade técnica e experiência para dar formação quer a iniciados quer a formadores.

•Rui Quintino

•Jorge Baixo

•Luís Garcia

Temos como objectivo formar instrutores de equitação para estes também poderem dar formação de Atrelagem.

Contamos também apoiar o ENE (Escola Nacional de Equitação) para ser elaborado o estatuto do Formador de Atrelagem e o Plano Oficial de Formação em Atrelagem.

Formação de iniciados

O objectivo é organizar cursos de iniciação à atrelagem abertos a condutores com alguma experiência mas também a quem nunca teve contacto com atrelagem ou cavalos.

No final do curso cada formado deve saber:

– Limpar o cavalo;

– Aparelhar;

– Engatar;

– Conduzir em segurança;

– Ter conhecimento geral da morfologia do cavalo;

– Ter conhecimento das provas existentes na disciplina.

Os cursos serão preferencialmente organizados em centros hípicos de norte a sul dos país, uma vez que estes não só dispõem de instalações e de cavalos mas também de clientes interessados na atrelagem.

O nosso objectivo é começar por estágios mensais, alternando entre o norte, centro e o sul do país. Esperamos poder evoluir para ter todos os meses um curso em cada região.

Os sócios da APA beneficiarão de desconto nestes cursos.

À semelhança do que se verifica noutras modalidades equestres, será importante os formados receberem um diploma – o "Pingalin" (equivalente a "sela" na equitação) –, que deve variar entre 1 (grau de dificuldade básica) e 9 (grau de dificuldade máximo).

Anexo 3

DERBIES

Director. Rui Quintino

Os Derbies têm tido um papel essencial na divulgação da atrelagem no nosso país e conseguiram atrair muitos praticantes para esta modalidade.

É pelos Derbies que a grande maioria dos praticantes se inicia na competição. Adquirindo o gosto pela competição e aperfeiçoando-se tecnicamente, muitos dão o passo seguinte participando igualmente em concursos completos.

A intervenção da APA nesta modalidade será de prosseguir o bom trabalho já realizado, melhorando os regulamentos existentes, promovendo a divulgação da data dos eventos e dos seus resultados e promovendo a realização de novas provas com destaque para os "In-doors".

Estão para já pensadas as seguintes iniciativas:

A nível do regulamento

•Os juízes têm 24h para enviar os resultados para a APA (o objectivo é acelerar a fixação dos resultados no Site da APA)

•Os juízes serão nomeados pelo director da APA com a pasta de Derbies (garantir a qualidade dos juízes) – Penalizações para juízes e organizações que não cumpram com o regulamento da APA.

•Fazer cumprir o Regulamento do Campeonato Nacional de Derbies (que deve ser revisto).

A nível de formação

•Promover a formação de candidatos a juízes nacionais de Derbies.

Outras iniciativas

•Encontrar um patrocinador para os obstáculos fixos e móveis, com a possibilidade de também fazer parte um arco desmontável com patrocínio.

•Trazer a imprensa às provas para haver divulgação e atracção à disciplina.

•Utilização de um painel electrónico nas provas a contar para o campeonato.

•Promover um campeonato de indoors, que se disputará no Inverno.

•Promover os Derbies regionais, criando um campeonato em cada região do país (Norte, Centro e Sul).

•Limitar o nº de Derbies a contar para o campeonato nacional.

Anexo 4

CONCURSO COMPLETO DE ATRELAGEM

Director. José Folque

O Concurso Completo de Atrelagem (CCA), é uma prova composta por três disciplinas – Ensino, Maratona e Maneabilidade. Os primeiros concursos realizaram-se em Portugal durante a década de 80 e atingiram o seu nível mais alto, indiscutivelmente, durante a primeira metade da presente década.

Apesar de em Portugal todos os "meneurs" serem amadores, sempre foi possível superar ou pelo menos igualar países como Espanha, Itália, França e Inglaterra.

Nos últimos anos, factores diversos levaram a que tenha havido um decréscimo significativo na qualidade e quantidade de praticantes nesta modalidade.

Para inverter esta tendência, esta Direcção pretende incentivar as seguintes iniciativas:

? Copa Ibérica

É, sem qualquer dúvida, o evento de Atrelagem mais importante que se realiza em Portugal e em Espanha.

É intenção desta Direcção continuar a apoiar esta iniciativa luso-espanhola lançada há cerca de 10 anos pela APA.

A modalidade inicial consistia na realização, em semanas consecutivas, de uma prova em cada país, tendo posteriormente evoluído para a realização de duas provas seguidas no mesmo local, um ano em cada país, sendo sempre uma das provas um CAI.

A Copa Ibérica realizou-se em 2008 em Montenmedio, o local habitual em Espanha. A manter-se o figurino existente caberá à APA organizar a prova de 2009.

? Calendário anual de Concursos Completos de Atrelagem (CCA)

A Direcção da APA pretende que se realizem durante 2009 oito Concursos Completos, metade realizadas em três dias e os restantes em dois dias, e 5 Concursos Combinados (ensino e cones) de um dia.

As datas dos Concursos serão articuladas com a Federação Equestre da Andaluzia, de forma a poder haver intercambio nas provas.

Teremos assim um total de 13 provas, o que parece adequado, principalmente se consideramos as eventuais participações em provas de Espanha.

? Participação em Concursos no Estrangeiro

Em articulação com a FEP, a Direcção irá propor aos concorrentes candidatos a Campeonatos do Mundo a participação em 3 ou 4 provas no estrangeiro.

? Estágios para Concursos Completos

A Direcção entende que é essencial serem retomados os estágios para Concurso Completo, à semelhança dos que já se realizaram no passado com o Felix Brasseur.

Com vista a aumentar o nível de competitividade das nossas atrelagens, em todas as classes, deverão realizar-se anualmente 4 ou 5 estágios de 2 dias.

A Direcção vai-se empenhar para que a FEP volte a financiar esta iniciativa – caso não o consiga deverá ser encontrada uma solução alternativa.

A Direcção irá também empenhar-se em aproveitar a vinda de juízes estrangeiros para julgar Concursos Completos para organizar estágios de 2/3 horas, abrangendo a problemática da prova de ensino, nomeadamente a correcção das figuras, as transições de andamentos, a postura do "meneur", etc.

? Campeonatos do Mundo

Até ao final de Dezembro de cada ano, com o apoio da Comissão Técnica da APA, deverão ser definidas e anunciadas as regras para participação de concorrentes nos Campeonatos do Mundo de Atrelagem a realizar no ano seguinte.

Será definido um calendário específico de eventos, com avaliações a cargo da Comissão Técnica.

? Divulgação de Informação

Através do site da APA, e apoiado por email sempre que necessário, será assegurado que todos os sócios da APA, e em particular os concorrentes de Concursos Completos de Atrelagem, tomem conhecimento de todos os eventos previstos e sejam informados de qualquer acontecimento relevante, mudanças de regulamento, etc.

Anexo 5

ATRELAGEM DE TRADIÇÃO

Director. Ricardo Batista

Tanto quanto sabemos houve até a data uma única tentativa em Portugal, há mais de 10 anos em Vila Viçosa, de realizar uma prova de Atrelagem de Tradição. No entanto, provas de carácter semelhante são levadas a efeito sobre a denominação de Apresentação e Elegância e que acabam por adquirir e manter a sua tradição no calendário nacional.

Com a adesão da APA à "Association International de Atelage de Tradition" durante 2008 e a realização na Golegã em 17 e 18 de Outubro do "Concurso de Outono" dedicado à Atrelagem de Tradição, cujo Presidente do Júri será o conceituado Christian Langlade, vão-se abrir novas perspectivas para esta modalidade.

Importa pois desenvolver as acções necessárias para o efeito e posteriormente proceder à divulgação pelos sócios e utilizadores.

Neste momento estaremos em condições de:

? Cooperando com os coleccionadores e proprietários de carros de cavalos avançar para acções com vista à organização de concursos.


? Avançar com a organização de concursos em locais cujo cenário valorize a acção.


? Convidar personagens intervenientes como passageiros, cuja presença sirva para mediatizar o evento.

Anexo 6

ATRELAGEM DE LAZER

Director. Ricardo Batista

A atrelagem de lazer, vulgo passeio, é na actualidade um sector em pleno crescimento, o que se consegue visualizar pelo grande acréscimo de carros comercializados anualmente.

Este enorme grupo de praticantes, que vai aumentando diariamente, revela-se um conjunto de amantes da atrelagem, muitas vezes sem conhecimentos básicos sobre a modalidade ou com outras razões que os impede de avançar para outro patamar, que não sejam apenas os passeios que se vão realizando ao longo do ano em romarias e outros.

Numa perspectiva de cativar este potencial, será de apostar nos passeios de atrelagem ou mistos organizados por terceiros, que actualmente já se realizam e poderão surgir no futuro por todo o país. Estes passeios serão o elo de comunicação com a APA e mobilizador para novos aderentes à modalidade ou sócios.

Interagindo com as organizações desses eventos será possível:

? Actualizar o cadastro sobre carros e praticantes de atrelagem.

? Possibilitar o acesso a uma base de dados actualizada sobre os praticantes.

? Avançar com acções de sensibilização sobre normas e posturas básicas inerentes à modalidade.

? Divulgar e realizar acções de demonstração aquando dos eventos (passeios e feiras) das modalidades existentes no âmbito da atrelagem.

? Disponibilizar ocasionalmente meios e apoios para a iniciação em algumas áreas da modalidade, como forma de cativar e iniciar um maior número de praticantes para os derbys, concursos combinados, completos, treck, tradição e outros.

A par da organização do cadastro dos "PRATICANTES DE ATRELAGEM", a APA deverá deliberar no sentido de encontrar um enquadramento próprio para este conjunto de pessoas ou entidades que, embora sem o estatuto de sócios, teriam a denominação de Utilizadores ou outra mais apropriada.

A organização de passeios, nomeadamente aquele que ainda se mantém por altura do Natal, seria também uma forma apelativa para CRESCERMOS.

Anexo 7

COMUNICAÇÃO

Director. Candido Teles

A Comunicação é um sector onde será necessária uma intervenção profunda de forma a incrementar o relacionamento entre os sócios da APA e entre a APA e o exterior.

Os objectivos serão:

? Comunicar bem com os associados e o exterior pois isso é um factor-chave de sucesso para qualquer organização;

? Comunicação interna:

o Levar ao conhecimento dos associados as actividades que a APA desenvolve no sentido do desenvolvimento da nossa modalidade;

o Contribuir para que os associados se identifiquem com a associação e conseguir a sua fidelização através da satisfação, bem como a adesão de novos associados.

? Comunicação externa:

o Promover a actividade da Atrelagem em Portugal junto dos potenciais interessados e das entidades institucionais;

o Promover as actividades da APA e potenciar a sua visibilidade.

As actividades do futuro Núcleo de Comunicação serão a gestão e monitorização dos seguintes projectos de conteúdos de comunicação interna e externa:

? Comunicação Interna

o Site (zona reservada a associados)

o Evento anual de grande impacto

o Jantares-debate

o Comunicação interna na Direcção

? Comunicação externa

o Site

o Newsletter electrónica

o Actividade editorial junto dos media em geral (Revistas de Equitação e restante imprensa especializada e generalista) através da Newsletter e de Press releases

? Contacto regular com jornalistas

? Divulgar objectivos da associação

A ferramenta por excelência de comunicação quer com os associados, quer com o exterior será o "site APA" que deverá ser renovado e revisto.

Deverá igualmente ser criada uma NEWSLETTER Electrónica a ser enviada por e-mail, com periodicidade trimestral que chame a atenção para a agenda do próximo trimestre e remeta para o site para mais informações, e que terá como função a divulgação das actividades da APA junto dos media, e dos clubes equestres que possam vir a ter interesse na modalidade.

Anualmente (na feira da Golegã) poderia ser organizado um evento que, para além de reunir os interessados na Atrelagem, e assim conseguir fundos para financiamento da APA, faria uma homenagem aos associados que mais se destacaram no ano em curso.

Finalmente considero interessante a Organização de Jantares-Debate com interlocutores ligados à Atrelagem que constituam motores de desenvolvimento e incubadores de ideias para a APA.

A manutenção dum site com as características descritas, a elaboração da Newsletter, a organização dos jantares debate e do evento, e os contactos regulares com a Imprensa serão com toda a certeza bastante exigentes em termos de tempo e por isso é importante que se comecem desde já a considerar custos e proveitos destas actividades, de forma a tomar medidas que permitam a existência de colaboradores que possam realizar o trabalho burocrático.

Anexo 8

CURRICULUM VITAE

CHRISTOPHER DE BECK

Data de nascimento : 07/03/1946

Profissão : Reformado

Monte do Pau Queimado

Santo Estêvão

2130 – Benavente

Portugal

Tel.: +351263949466 | E-mail: Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar

Formação Académica

? Liceu Gil Vicente – Lisboa

? Universidade de Geneve - Licenciado em Ciências Comercias

? INSEAD – Fontainebleau - FR - MBA

Actividade Profissional

? 1970/1985 - Banco Português do Atlântico

? Director Central

? 1985/2007 - Banco Comercial Português SA

? 1985 - Director Geral

? 1988 - Administrador

? 1998- Vice-Presidente do Conselho de Administração

Actividade Desportiva (Atrelagem)

? Cavaleiro de Obstáculos durante 15 anos, tendo participado em 1962 no Campeonato da Europa de Juniores onde obteve o 4º lugar.

? Iniciado a um cavalo em 1989,passando a dois cavalos em 1991.Desde 2000 a quatro cavalos.

? Primeiro Português a participar em Campeonato do Mundo de Atrelagem (Gladston 1993 – dois cavalos)

? Nove participações em Campeonatos do Mundo de Atrelagem, cinco das quais com 4 cavalos e duas vezes com resultados nos 15 primeiros.

CÂNDIDO TELES

Data de nascimento : 21/09/1954

Profissão : Administrador de Empresas

Rua da Quinta da Nora

Nº 2 – 5º B

2790-140 Carnaxide

Tel.: +35191720274

 
 
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